PE Rio Cocó
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Jose Silverio Lemos
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Gabriel Leite
japu
Nivaldo Sales
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Thaís Abreu Camboim
Áreas de Observação

Parque Estadual Rio Cocó

Descrição sucinta da área…

História

Em tempos passados, nas áreas que hoje compreendem o Parque do Cocó e seu entorno, existiam muitos sítios. Entre eles, o sítio do Senhor Antônio Diogo e o sítio do Senhor Tomaz Gomes, que faziam a extração de sal nas salinas Diogo e Jangada, respectivamente. Com a queda na produção de sal, no final dos anos 70, as salinas foram desativadas. Assim, deu-se inicio a instalação de residencias e equipamentos sociais nessas áreas.

O sonho de manter na cidade uma região com natureza preservada tomou forças no mesmo periodo, quando os primeiros movimentos ambientalistas de Fortaleza resolveram lutar pela criação do que se tornaria o Parque do Cocó. A princípio, as manifestações aconteceram contrárias à construção da sede do Banco do Nordeste, no bairro São João do Tauape.[3] Essas manifestações levaram as autoridades a declarar a primeira área do rio Cocó a ser protegida, em 29 de março de 1977, quando foi declarada de utilidade pública para desapropriação e foi impedida a construção do que seria a sede do BNB. Em 11 de novembro de 1983, o decreto municipal número 5.754 deu a denominação de Parque Adhail Barreto àqueles 10 hectares.[4]

Em 5 de setembro de 1989 o decreto estadual número 20.253 cria o Parque Ecológico do Cocó e expandido em 8 de junho de 1993 atualmente abrange uma área de 1.155,2 hectares.[5] No entanto, não houve a consolidação do Parque do ponto de vista legal, o que gerou diversas invasões em seu entorno. Os dois decretos de desapropriação caducaram e a regularização fundiária não foi plenamente efetuada.

No dia 6 de maio de 2016 foi apresentado pela Secretaria de Meio Ambiente do Ceará (SEMA),o projeto de regulamentação do Parque do Cocó, em uma audiência pública conjunta da Assembleia Legislativa e da Câmara de Vereadores de Fortaleza. O evento ocorreu no Complexo das Comissões, através da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido da Assembleia Legislativa. A audiência contou com a participação de diversos ambientalistas.[6]

Após 40 anos desde da primeira tentativa finalmente no dia 04 de junho de 2017 o Parque Estadual do Cocó foi oficializado pelo então governador do estado, Camilo Santana, em um evento realizado no equipamento.

Infra-estrutura

O local conta com uma área urbanizada, chamada de “Anfiteatro”, localizada na Av. Padre Antônio Tomás, e a área das trilhas, cujas entradas se dão pelo Anfiteatro (Av. Padre Antônio Tomás), pela Av. Engenheiro Santana Júnior e pela Av. Sebastião de Abreu.
A área do Anfiteatro conta com áreas de lazer, como espaço para piquenique, parquinho para crianças, local para prática de esportes, e espaço para a prática de tirolesa, arvorismo e escalada. Há também um posto da Polícia Militar Ambiental próximo à entrada da trilha pela Av. Padre Antônio Tomás.
A área das trilhas possui duas trilhas, uma menor que termina na Rua Arquiteto Reginaldo Rangel (atualmente a saída dela está fechada, sendo possível o acesso apenas por dentro), e outra maior, de 1250m, que termina na Av Sebastião de Abreu. Dentro da trilha maior, há a Trilha do Rio, trilha pequena próximo ao acesso pela Av. Sebastião de Abreu que dá acesso ao Rio Cocó.
No início das trilhas, há pontos onde a Polícia Ambiental mantêm postos, mas há uma ronda pelo local feita pelos policiais em motos ou bicicletas.
O local é um parque urbano para visitação pública que não conta com áreas próprias para se alojar ou se alimentar. Porém, existem opções de alimentações em frente ao Anfiteatro do Parque, onde é possível encontrar um quiosque que vende água, água de coco e industrializados, e o supermercado Pão de Açúcar onde é possível comprar água, sucos, lanches, almoço, utensílios, etc.
No Anfiteatro, há banheiros convencionais, disponíveis durante o funcionamento do Parque, e banheiros químicos, disponíveis a todo momento. Não há bebedouros públicos, mas além das opções citadas, há vários vendedores ambulantes vendem água pelo local em dias de muito movimento. No Anfiteatro também há o prédio da administração do parque, onde é possível encontrar a seção de achados e perdidos e a equipe que cuida do parque, como o gestor e os educadores ambientais.
Os melhores dias para fazer trilhas no parque com o objetivo de ver a fauna é nos dias de semana ou muito cedo aos sábados e domingo. Há muita visitação nos finais de semana, principalmente aos domingos, quando há várias atividades no Anfiteatro do Parque, por causa do Projeto Viva o Parque.

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Referências